“O componente eleitoral adiciona incerteza, principalmente na questão fiscal, e isso costuma bater direto no câmbio. Mesmo com momentos de real mais forte, a dinâmica deve ser de oscilação, com o dólar reagindo tanto ao cenário externo quanto às sinalizações internas”, explica Elson Gusmão, diretor de Câmbio da Ourominas. “É um ano para esperar mais amplitude de preços do que uma tendência linear.”

